Hoje é sábado, meu dia de escapar um pouquinho da rotina e finalmente me sentar para escrever. Acordei um pouco mais cedo do que de costume e fui fatalmente surpreendida com as portas do meu café preferido fechadas. Sem muito tempo pra pensar, fui direto ao único café que estava aberto, mas logo percebi que era o que nós brasileiros chamamos de "botecão" ou "sujinho".
Aborreci-me com o menu simples, na verdade, nem menu tinha. As chaves da casa de banho tinha que pegar no balcão, a senha do wi-fi era um código gigante que tive que tirar foto do celular. Tudo fora da minha zona de conforto.
Mas de repente, fui surpreendida por uma coisa me mudou o meu olhar para este café: As pessoas. Elas entram e dão bom dia a todo momento, fazem piadas, riem alto, se relacionam. Me senti bem melhor aqui no "botecão".

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