O mar está agitado, o mar não está para peixe. Mas, ainda assim, o mar é sempre o mar: imenso, profundo, azul, cheio de história e cheio de vida. Sento-me em meu singelo barquinho em alto mar. Solitária e insegura lanço a minha vara com o meu pequeno anzol. Algumas ondas insistem em invadir o meu barco. Fecho os meu olhos, respiro profundamente e em meio a tormenta começo a trazer à memória a lembrança dos caminhos íngremes e das pedras que atravessei para chegar bem aqui onde eu sempre quis estar: à bordo do meu barquinho em alto mar agarrada à minha vara de pescar. Aos poucos o mar vai se acalmando e eu me lembro de colocar a isca. Era isso, o mar sempre esteve cheio de peixes afinal, só faltava aquele minúsculo mas tão essencial elemento: o alimento.
Bem vindo(a) ao meu jardim! Aqui você é livre para sentir, ser, descobrir e florescer. Para desfrutar melhor da visita, sugiro que tire os sapatos. Se desejar uma experiência ainda mais profunda, deixe pra trás as roupas velhas! (você irá perceber que elas não te servem mais ao longo da visita). Bom passeio e volte sempre!