Na época que eu era sonhadora a vida era relativamente fácil. Eu podia manter o sonho em seu pedestal imaterial da imaginação.
Até que um dia eu descobri que era possível materializá-los. Foi o início da minha desilusão.
Por vezes dá até saudade da época que eu apenas sonhava porque realizar dá muito trabalho, é penoso, doloroso, demanda força física, emocional, mental e muita ação. Sonhar não. A gente sonho até deitado de braços cruzados. Deixei o trono da sonhadora pela espada da realizadora. Que infortúnio! Às vezes caio, me machuco, cuido de minhas próprias feridas, me levanto, sigo para a próxima. É raro o descanso mas aprendi a celebrar as mais pequenas das conquistas. Aprendi que sou muito mais forte do que eu imaginava. Aprendi que o sonho é o começo da batalha.
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